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Selasa, 09 Desember 2014

Brazilian Hits (1959)

Boa tarde a todos (mas com algumas exceções). Eu aqui, com a minha boca doendo e cheia de pontos, sinceramente, não estou para aguentar sapos, muito menos tamanduás e outros 'bichinhos' silvestres. Peço aos amigos que me perdoem (além dos habituais erros de português) os excessos em discussões bobas que alguns indivíduos me levam a travar. Infelizmente é assim, merda, quanto mais se mexe, mais fede. Só mesmo dando descarga para a coisa descer. Mas vamos deixar essa conversa para os bastidores, que aqui se transformou no Comentários.
Vamos hoje como outra coletânea, desta vez oficial, lançada pela Odeon no final dos anos 50. "Brazilian Hits" é um disco que reúne em suas doze faixas uma seleção interessante. Temos aqui Luiz Paes Arruda, Léo Peracchi, Trio Irakitan, Brasíla Ritmos e Os Brasileiros. Não posso afirmar com certeza, mas acredito que essas músicas foram retiradas de outros álbuns lançados na época, por isso chamo o disco de coletânea. O repertório é clássico, doze músicas bem conhecidas do público, verdadeiros 'brazilian hits'. Léo Peracchi e Luiz Paes Arruda, com suas orquestras e côro, praticamente dominam as faixas. O que sobra fica por conta dos outros, ou seja, uma faixa por cada. Contudo, ou mesmo assim, "Brazilian Hits" é um disco bem bacana que a gente ouve do início ao fim. Podem conferir... ;)

na baixa do sapateiro - léo peracchi e sua orquestra
não tenho lágrimas - trio irakitan
carinhoso luiz arruda paes e sua orquestra
baião - léo peracchi e sua orquestra
delicado - brasília rítmos
kalú - léo peracchi e suas orquestra
tico tico no fuba - léo peracchi e sua orquestra
maracangalha - os brasileiros
aquazrela do brasil - léo peracchi e sua orquestra
mulhé rendeira - luiz arruda paes e sua orquestra
Senin, 08 Desember 2014

Coral De Ouro Preto (1962)

Boa noite, meus prezados amigos cultos e ocultos! Acabo de chegar do domingo e ele foi ótimo. Um dia ensolarado, tranquilo e potencialmente fotografável. Vocês sabiam que hoje foi comemorado, no mundo inteiro, o dia da fotografia com câmera de orifício, o "Pinhole Day"? Foram mais de oitenta países, num encontro simultâneo, todo mundo fotografando, até eu! Quer saber o que é 'Pinhole'? Visite o site. Bacana demais essa técnica de fotografia, eu recomendo...
Para o resto do domingo continuar numa boa, aqui vai um disco que eu também recomendo. Coral de Ouro Preto, segundo disco gravado pelo grupo. Lançado em 1962, desta vez pela Odeon, o Coral grava um disco super moderno para a época, pautado na bossa nova. A direção artística é de Ismael Corrêa, que foi também o descobridor do coral, formado por então jovens estudantes da Escola de Minas, de Ouro Preto.
Conforme nos informa o texto da contracapa, o disco foi gravado em apenas dois dias, entre o natal e o fim do ano de 1961, nos estúdios da Odeon, Rio de Janeiro. O coral tem o acompanhamento de seu regente , o pianista e compositor Ubirajara Cabral e um grupo de músicos da casa (Vidal - contrabaixo; Geraldo - violão; Juquinha - bateria; Ary e Jairo - trompas; Cópia - flauta e Cláudio - vibrafone). Com essa turma ao fundo, o Coral de Ouro Preto grava o que veio a ser o seu melhor e mais importante lp.
Confiram aí porque eu aqui já vou dormir. Desculpem, mas eu estou morrendo de sono. Zzzz.....

o vento não sabe
zelão
fim de noite
lamento no morro
amo-te muito
balada das ladeiras de ouro preto
feitio do oração
samba de uma nota só
olhos feiticeiros
duas contas
pouca duração
gina
Kamis, 04 Desember 2014

Raul de Barros - Com Seu Trombone Romântico (1955)

Bom dia, amigos cultos e ocultos! Bem rapidinho, pois quem sabe faz a hora e não espera acontecer.
Hoje vamos com o Raul de Barros, considerado o mais brasileiro dos nossos trombonistas, autor do célebre samba choro "Na Glória". Foi um dos mais impotantes no seu instrumento. Gravou dezenas de discos e participou de mais uma centena. Seu trombone tocou alto na gafieira, a ponto de se tornar um instrumento fundamental em qualquer casa de baile do gênero. Gafieira sem trombone, não era mais gafieira.
Tenho aqui este álbum de dez polegadas. Mais um dos que eu comprei na mão do catador de papelão. Lançado em 1955 pelo selo Odeon, Raul nos apresenta um repertório com oito temas românticos e populares. De um lado músicas nacionais, choros e samba, incluíndo de sua autoria a faixa "Melodia Celestial". Do outro lado dedicado ao internacional em ritmo de fox. Confiram...

ai yoyo (linda flor)
melodia celestial
vamos com calma
voltei ao meu lugar
poema (de fibisch)
please
i'd never forgive myself
intermezzo (de provost)
 
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